domingo, 13 de novembro de 2011

A VERDADE SOBRE A MARCA FIDO DIDO



Você já ouviu algum cristão dizer que os crentes devem rejeitar o personagem Fido Dido e todas as marcas relacionadas a ele? Eu já, e logo considerei que a declaração de que Fido Dido era o mesmo que "filho do diabo", e que o dono da marca era uma pessoa satanista, seriam mais uma daquelas ondas de lendas urbanas encontrada em uma parte do meio evangélico . Invenção de fanáticos, pessoas compulsivas em procurar mensagens subliminares em tudo. Então, deixei o assunto de lado até hoje, quando a pergunta voltou à baila e fiz uma pesquisa na Internet.

Descobri que o personagem Fido Dido foi criado por Joanna Ferrone e Sue Rose em um guardanapo de papel num bar de Nova York em uma noite de 1985. Elas usaram apenas 15 linhas para criar a face inconfundível daquele rosto numa forma triangular invertida, com pontos no lugar de olhos e do nariz e cabelos arrepiados no topo da cabeça. Deram-lhe personalidade descontraída. A criação visava atingir os consumidores de histórias em quadrinhos, e demorou para cair na graça de todo o mundo. Começou a fazer sucesso apenas nos anos 90.

A filosofia de Fido Dido inspirou o "credo de Fido", um manifesto composto por 37 palavras contendo princípios orientadores, que contém a essência do personagem: Fido é pró fido; Fido não é contra ninguém; Fido é juventude; Fido não tem idade. Fido vê tudo; Fido não julga nada; Fido é inocente; Fido é poderoso; Fido vem do passado; Fido é futuro.

Em minha pesquisa, ainda constatei que tanto Fido quanto Dido são nomes próprios. Dido tem origem no latim, significa fiel. Já o nome Dido pertenceu a